Eu só queria que o Johno soubesse.
Estou morrendo de sono, mas inspiradíssima pra escrever.
O nome desse blog é inspirado numa música do McFLY. Simplesmente a banda que eu cresci ouvindo, e que num período de tempo curto (um ano), me fez aprender
tanto sobre mim, sobre as pessoas em geral, e me mostrou o poder da música, a mágica, sei lá que porra podemos chamar isso. É simplesmente muito lindo. Acho que já mencionei isso.
A música me ajudou a
me entender,
me descobrir.
Sou incrivelmente apaixonada por todos os tipos de artes, e de expressão. Filmes, series de tv, música, dança, literatura, e até gastronomia eu considero arte, flw? E sou sobre compreender. Quero entender como as coisas funcionam, por quê o mundo é assim hoje, quero entender, quero aprender sobre tudo. Não pra ser sabichona, e me aproveitar disso. É só curiosidade, simplesmente e honestamente.
Como consequência,
penso demais, penso em tudo. As vezes viajo tanto que fico: "WTF? Como minha mente veio parar nisso? Que viagem!" E tudo isso sem efeito de nenhuma droga. Hm, talvez... o café.
E esses dias mesmo, estava pensando no The Maine. Minha outra banda favorita. Sempre pensei que o amor que eu sentia pelo McFLY era imensurável, que nenhuma outra banda poderia se igualar... Imensurável é, mas The Maine me surpreendeu tanto! Enquanto todas as outras bandas estão seguindo num caminho mais comercial, e ficando cada vez mais pop... Eles estão fazendo o caminho contrário! Estão cada vez mais rock n' roll/country. A voz do Johno, socorro! Ele tá se superando cada vez mais, alcançando notas muito mais graves e... OMG! Só estão preocupados em fazer música boa, eles querem agradar primeiramente eles mesmos, se eles conseguirem vender com isso, ótimo! Muitos dos albuns/eps eles dão de graça!
Eles me ensinaram que: O mais importante na vida
são as pessoas. Sua família, seus melhores amigos, seus ídolos. Pessoas que interferem no seu dia-a-dia, fazem de você alguém melhor (ou em alguns casos pior), que estão sempre lá por você, não importa o quê. E que, quando garotos lindos se aproximam de você, na verdade eles só querem sexo. FATO FATO FATO.
Costumo brincar que The Maine animou minha 8a série, levando consigo minha inocência com suas músicas sobre sexo.
E eu não consigo imaginar, o quanto mais vou aprender com as bandas.
Eu só queria que o Johno soubesse.
Marcadores: all about learning, john o'callaghan v, music, the maine
I'm back, and I have news!
Sim, faz tempo não? E eu mudei o blog de novo. Tinha separado o blog pessoal, do blog de opiniões porque, na época que criei o
Make me a Rival foi quando eu estava terrívelmente desapontada com uma pessoa que pensei que fosse minha amiga, e queria postar ali, sentimentos desse tipo.
Mas essa fase passou, a página virou, e o nome
Reflections Crack, parece muito bom pros meus pensamentos em geral.
Em breve, espero retomar na vida do fotolog, mas devagar e sem vínculos com outras pessoas de lá. Já tive dores de cabeça o suficiente.
É oficial, terminei o ensino médio. E dois dias atrás, prestei a segunda fase do vestibular da Unesp, acho que fui bem. Mas agora é esperar pelo resultado.
Eu gostaria de mudar o layout daqui, mas fica impossível tendo internet 3G, e sem windows. To usando um tal de Ubuntu por enquanto. Nunca tinha ouvido falar, mas o fato é que nada é compativel com esse k7.
Kids in Love Videoclipe.
Kids in Love foi uma das músicas que eu mais gostei, no novo cd do
Mayday Parade, e fiquei felissíssima por saber que esse seria o novo single, e que consequentemente teria um videoclipe. Um bom tempo se passou, e quando fui procurar saber do clipe no
Mayday Parade Brazil, me deparei com a polêmica. O clipe foi lançado no youtube com censura para maiores de 18 anos, e também li um depoimento do Alex falando sobre o clipe. Óbviamente não pude deixar de assistir, realmente me surpreendi. Dei muita risada quando o cara cospe na cara da mina, mas anyway. O que se pode ver claramente é a arte. O videoclipe está completamente relacionado a música, e expressa muito bem o que a letra diz. Não é um videoclipe como os outros. Esses em questão, geralmente são feitos pra vender a música, ou promover a banda. E o Mayday revolucionou, foi em direção contrária. Os EUA são muito chatos com relação à essas coisas, porque os católicos e os protestantes são em grande número por lá, e censuram muito as coisas. Nesse sentido, o clipe pode ser proibido, porque não existe uma cena que possa ir ao ar (rialto). O clipe é completamente rock 'n roll, eu gostei. :D
Marcadores: clipe, kids in love, mayday parade
McFLY is changing?
Today, in my portuguese class, my teacher said something obviously:
While we're discussing about something, it's because we master the subject.
And I just missed writing here. In my way out of school, we're discussing about bands who change their music genre (some change quickly, others so slowly that
only fans can percept it immediatly).
I recent read some interviews about McFLY saying that the new album will have influences of MJ and Prince. What makes me deduce that they'll be more powerpop, and they'll use synthesizers. I love this kinda music. Cobra Starship and MJ rules. But, McFLY turned my favorite band because they had a sound that I had never heard before, all old classics mixed up, with a fucking nice solos, perfect harmony and two different voices that complete each other. First time I heard a mcfly song, I used to listen bands like Simple Plan, Sugarcult, The Academy is, Cobra Starship... And was SO DIFFERENT to my ears, and so unseen that I fell in love. Now, I'm afraid that mcfly became something close that I always used to listen. I'm afraid that the fire, become a spark. They have to keep burning the hearts, and the ears of everyone they find on their ways, and they can get it, if them keep in this way. I'm not saying the new songs will be crap, no way! I'm just saying that
I think they can get more with songs kind of Room On The 3rd Floor. If I could, I would say all this to Tom, but I can't so I wrote in english, in case he google it. haha
Suelly scares me.
Hoje tivemos um seminário de literatura, e muitos de nós não iríamos apresentar, ou começamos a fazer um/dois dias antes.E esse foi o meu caso, tanto que apresentei sozinha, me enrolei umas duas vezes, falei o que lembrava, pulei partes, me fudi, me tremi toda, e ao mesmo tempo acho que não fui tão mal. Mas no final, a professora mandou a gente abrir o livro, pra ler algumas obras, e conforme surgia umas perguntas, eu ia respondendo sobre o Gonçalves Dias, e com isso ela viu que eu sabia mais do que pareceu na apresentação de merda, e me disse que aumentaria minha nota. YAY *-*
Fire! Fire! :O
Meu pai esses dias veio me dizer que teve um sonho horrível, relacionado à armas de fogo, e que nesse fim de semana, era para eu trancar a porta, e ficar atenta nesse tipo de coisa. Mas o que aconteceu na verdade foi incêndio. Eu tava de boa perto da janela da sala assistindo
Bleach, quando subiu um cheiro de queimado, mas vinha do lado oposto, então eu corri pra janela da cozinha e tinha muita fumaça subindo, e tava saindo do bar da gaúcha. Então, voltei pra janela da sala, e vi que os meus vizinhos de baixo, já tinham corrido pra fora do prédio, e a dona do bar tinha acabado de chegar. Certo, observei um pouco a situação, e ninguém estava chamando os bombeiros, nem sabiam o número, nem sabiam que extintor usar (rótulos kd), meu cachorro já tava no meu pé. Não pensei direito, só coloquei o chinelo, peguei o cachorro e a chave. Assim que abri a porta pra descer, a vizinha da frente abriu a porta e disse: "mó fumaça, né?" aí eu: "fogo!". Ela fechou a porta e eu desci com o cachorro no braço pela escada abaixo, chegando no segundo, eu percebi o por quê que todo mundo tem aquela crise de tosse em filmes com incêndios, sempre achei isso muito falso, até eu sentir na própria garganta. Chegando no primeiro andar eu já não conseguia ver
absolutamente nada, e tive receio de descer, não pensei em nada, só desci. Meu cachorro fungava e tremia em meus braços, e eu tossia na tentativa de tirar a poeira da minha da garganta, e tentava não respirar mais aquilo. Quando eu me juntei aos outros lá fora, e respirei de novo ar limpo, precebi que descer foi a coisa mais sensata a se fazer, apesar de não ter raciocionado. Porque bem perto de onde tinha começado o fogo, fica toda a fiação de eletricidade do meu prédio, se o fogo chega ali... Boom! Sem contar que o fogo poderia subir, e eu ficar presa em casa. Meu cachorro prendia as patas com toda a força em volta da minha mão, e eu tentava acalma-lo fazendo carinho, e apertando-o mais forte contra mim. E eu conheci uma característica minha, que jamais imaginava ter. Na hora do aperto, permaneci calma e fiz o que devia ser feito, mesmo sem saber (extinto de sobrevivencia → 100% de aproveitamento -q), e só agora, depois de tudo, que to sentindo meu corpo doer da tensão.
Do you love ME, or love what I DO?
Simples. Canso de ver por aí textos de amores platônicos, alguns são doídos de ler, porque fazem parecer que amar é ruim, e alguns por fazerem parecer que as fãs competem atrávés das palavras, e que tudo que realmente querem dizer é "Eu amo mais que você". Canso de ir em comunidades, e ver tópicos de namorada de fulano... E são raros, os posts escrito "foda-se não tenho amor platonico por nenhum deles". O que me faz pensar, será que hoje em dia a palavra
fã, pras meninas, significa isso? Pra ser fã, precisa amar um deles desse modo? Ficar triste por que eles tem suas próprias vidas, por que namoram outras pessoas, por que estão longe, ficar ansiando por um beijo, ou sei -lá-o-que-mais? Aquele tempo onde
fã significava
ADMIRO O SEU TRABALHO, tá tão distante assim do nosso calendário? O tempo onde os ídolos eram pessoas em que a gente se espelhava, e no caso da música, os profissionais (que em casos mais emocionais, eram considerados como amigos distantes), pesssoas que atráves do seu trabalho, impulsionavam a gente. Esse é o objetivo que músicos de verdade costumavam ter, tocar as pessoas de um jeito diferente. No meu caso é assim, eu sou uma pessoa muito compreensiva, e é parte da minha personalidade (uma qualidade -t), ouvir muito bem as pessoas, e impulsioná-las com as minhas palavras. Fazer bem pros meus amigos dessa forma, é algo de que eu preciso pra me sentir bem, alguém importante, alguém que preste. Se eu disser que não tenho amigos que conseguem me lançar pra cima, eu estaria mentindo. Mas o Jones, ele não me conhece, pertence ao outro lado do oceano, mas ouvir ele cantando
meus sentimentos, ouvir ele cantando coisas que eu mesma poderia ter escrito (se fosse capaz -K), sem ao menos ele saber o que tá havendo comigo... Me conforta. É essa a beleza da coisa toda, a mágica. É aí que ele se torna essencial pra mim,
meu amigo. E eu não conto com ele só nas horas ruins não, ele me proporcionou os melhores momentos da minha vida, sempre indiretamente, distante, mas sempre ali. Comecei esse texto de uma forma rude, admito. É só que algumas garotas passam dos limites, não conseguem enxergar sozinhas, e o pior de tudo,
elas sofrem. Fazem de algo tão lindo, um absurdo, e não aproveitam. E no fim de tudo, eu acho que elas confundem os sentimentos, afinal o amor e admiração caminham juntos, e existem vários tipos de amor, mas na euforia da coisa toda, acabam chegando a essa conclusão, e agem exageradamente (algumas ridículamente). Sinto que acabei pecando, ao escrever várias coisas aqui, sinto que julguei pessoas e atitutes, coisa que nunca deveria ter feito. Mas a minha real intenção é mostrar, que existe um outro lado. Isso tudo não é sobre dor e decepção, existe um outro caminho incrível pra ser seguido. Mas isso vai de cada um, vem de dentro de cada um, e só enxerga quem quer, quem tenta.